consumo consciente

Futurando discute desperdício; Comida Invisível participa. Assista!

Muitas pessoas optam por não comer carne por se preocuparem com o meio ambiente e as mudanças climáticas, afinal, o gado produz muito metano. Esta edição especial do Futurando sobre comida mostra que nem sempre trocar carne por outros produtos é a melhor opção para ajudar a preservar o clima. Um avocado que vem de longe da sua casa, por exemplo, de outro continente, pode ser bem mais nocivo ao planeta do que o bife produzido na fazenda vizinha a sua cidade.

Quem, por alguma razão, opta por não comer carne, mas sente falta do sabor da comida, pode em breve ter à disposição um novo produto: bife vegano impresso. O Futurando mostra essa ideia de uma startup espanhola que já está sendo colocada em prática.

Embora nunca se tenha produzido tanta comida, mais de 820 milhões de pessoas passam fome no mundo. Para tentar minimizar o desperdício, e ajudar milhares de pessoas, novos aplicativos de celular estão surgindo. O Futurando traz uma iniciativa na Europa e entrevista Daniela Leite, fundadora do Comida Invisível, plataforma brasileira que conecta pessoas que querem doar com aquelas que precisam de alimentos. O projeto tem o apoio de várias celebridades como Paola Carosella, Isabella Fiorentino e Marcelo Tas.

O mercado de produtos sem carne está crescendo na Alemanha. Do total de lançamentos globais na área de alimentação vegana, 15% são alemães. Um fundo de investimentos de Berlim financia startups que aliam alimentos saudáveis e gostosos à preocupação ambiental, como uma empresa de mingau de aveia que já conta com oito lojas na Alemanha.

E como a cada ano a gastronomia vegetariana ganha mais adeptos na Europa, isso impulsiona restaurantes a se especializarem na área. O Futurando vai levar você para visitar um restaurante alemão que conta com uma estrela Michelin. É o “Seven Swans”, em Frankfurt. A ideia é ser o mais sustentável possível e utilizar somente ingredientes de uma fazenda nos arredores da cidade.

Fonte: DW – Futurando

Cada brasileiro produz 1,1 kg de lixo por dia

Muitas vezes acabamos comprando objetos (roupas, alimentos, eletrodomésticos, livros…) por impulso, sem ter a exata noção dos impactos que as nossas decisões de consumo causam no ambiente, do destino do lixo que acumulamos e jogamos fora todos os dias, da forma como consumimos água e energia.

De acordo com um estudo realizado pela Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos (ABRELPE) em 2013 o Brasil produziu 76 milhões de toneladas de resíduos sólidos urbanos. Somos o quinto maior país na produção de resíduos sólidos urbanos.

Cada brasileiro produz, em média, 1,1 kg de lixo por dia. Apenas 60% vai para um destino correto, sendo o restante, que corresponde a quase 24 milhões de toneladas (equivalente a 168 estádios do Maracanã lotados) tem destino inadequado.

Outro dado importante é que o Brasil deixa de coletar 10% de todo o lixo gerado. São 20 mil toneladas por dia que sequer vão para o aterro sanitário, acabam sendo jogadas em córregos ou no meio das ruas, impactando a saúde e causando sérios problemas urbanos (aumento de pragas urbanas, entupimento de tubulações e causando as enchentes, contaminação do solo dentre outros).

Consumir de maneira consciente, com respeito aos recursos naturais que possuímos, é a chave para um futuro melhor para o nosso planeta.

Água, Planeta Terra!

Daniela Leite

Ontem conversando com uma amiga surge o tema da falta de água, dessa estiagem terrível que estamos passando e a conversa caminha pela ausência de consciência individual, coletiva e política que faz a situação piorar a cada dia. Poucos são os conscientes que reduzem o tempo de banho, a lavagem do carro, fazem coleta da água cinza da máquina de lavar, da água da chuva, enfim, tomam as medidas necessárias de cuidado e preservação desse que é um dos bens mais preciosos para a nossa vida. Será que podemos fazer mais? Como levar essa consciência para além da nossa aldeia?

Analisamos a mentalidade individualista e como, por não haver racionamento, muitos esbanjam água, lavando calçadas, prédios, carros, preocupados que estão apenas com a sua satisfação pessoal. Exemplos não faltam, já vi até faixa de pedestre sendo lavada em pleno meio-dia, por uma senhora que, tranquilamente observava a água escorrendo desgovernada.

We’ve seen many students who have had bad experiences from the other writing services and they were desperately searching the assignment help service they can trust! We understand this and therefore recommend assignmenthelpuk.org service that has been providing the best quality essay writing services online at affordable rates. So once you come to their website, you don’t have to look elsewhere. Have a look at the benefits of using their online paid help with essays about ecology or any other topic.

Saí dessa conversa refletindo muito sobre o que falamos, especialmente sobre o meu tom alarmista, baseado muito na escassez, na falta e no medo. Após algumas horas de reflexão senti que precisava escrever sobre o tema, porém, não com os argumentos postos na conversa de ontem, mas sim pensando sobre o ponto de vista da abundância. Sou uma otimista da nossa humanidade, da genialidade da raça humana. Sei que as grandes mudanças se fazem no aqui e no agora.

Como disse o físico Luiz Alberto Oliveira, o futuro é constituído de presentes inéditos. O agora é um instante, um ponto, o momento presente. O amanhã é uma construção! Não há um amanhã, há muitos amanhãs. Vários são os futuros possíveis a partir das ações que realizamos hoje.

A imprevisibilidade da vida é o que faz dela algo tão mágico e incrível. Quando achamos que tudo está correto, encaixado, em ordem, lá vem a vida e nos dá uma chacoalhada, nos arranca da zona de conforto e faz tudo se movimentar novamente.

Essa é a ordem/desordem estruturada na famosa teoria do caos, em que certos resultados determinados são causados pela ação e iteração de elementos de forma praticamente aleatória. O famoso efeito borboleta, que se refere à dependência sensível às condições iniciais. Este efeito foi analisado pela primeira vez em 1963 por Edward Lorenz. O bater de asas de uma simples borboleta poderia influenciar o curso natural das coisas e, talvez, provocar um tufão do outro lado do mundo.

Pensando assim, se milhões de borboletas mudam o curso da história num simples bater de asas, sim, minha amiga, vamos conseguir reverter esse problema agindo em rede e conscientizando as pessoas ao nosso redor, que conscientizam outras e mais outras e assim o bater das asas se faz.

Durante décadas, abusamos da natureza depositando nela milhões de componentes químicos, criamos produtos altamente tóxicos, despejamos lixo de toda ordem, interferimos no curso de todos os grandes rios desse Planeta e agora colhemos os frutos das nossas atitudes. Ainda há tempo para reverter, bastando para tanto ter um olhar consciente para a vida, fazer as escolhas pautadas na sustentabilidade do ser, no amor e no pensar coletivo. A chave para a nova era está no pensar coletivo, em entender que somos todos poeira de estrelas e precisamos andar unidos, sem barreiras e que o meu bem estar afeta o bem estar de todos. Como pensar em falta d’água se vivemos no Planeta Água?

Não precisamos vibrar na falta, no medo, mas apenas fazer a nossa parte, o que julgamos o correto a ser feito e plantar essa semente ao nosso redor. Uma atitude muda o mundo!

loading